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Pesquise nas Escrituras
[ Ex.: graça | Ex.: Gn 1:1-10 ]

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Sagrado com Profano

Deu no G1 Notícias: “O autoproclamado fã número 1 do Iron Maiden mora em um sobrado humilde no bairro de Itaquera, zona leste de São Paulo. Fanático pelos metaleiros desde a década de 1980, Marcos Motolo, 36, diz ter feito 172 tatuagens da banda por todo o corpo e, como se o feito não bastasse para provar sua devoção, ainda registrou o filho de dez anos como Steve Harris em homenagem ao lendário baixista do grupo. Mas, da turnê recente do Maiden pelo país... Motolo conta que não conseguiu ver nenhum show. Estava ocupado demais pregando a palavra de Cristo como pastor evangélico. (...)

“Convertido há apenas quatro anos, Motolo não vê problemas na mistura do sagrado e do profano. ‘O interessante é você saber diferenciar cultura de religião. Se a pessoa é evangélica e toca numa banda de rock, ela não precisa parar de tocar. Mesmo que [a banda] fale de Satã. Aquilo é a profissão dela, lá ela é empregada’, defendeu o pastor e missionário... ‘Se a pessoa souber curtir o heavy metal ou qualquer coisa, pode ser até funk ou futebol, sem se envolver em coisas que destruam sua saúde, é bom.’ (...)

“À primeira vista pode parecer estranho, mas a aproximação entre o rock pesado e os movimentos cristãos não é novidade. Não fosse pelas letras de louvor a Jesus, a banda australiana de white metal Mortification poderia ser facilmente confundida com o Sepultura. No Brasil, há bandas de rock evangélicas como a Oficina G3 e uma igreja dedicada especialmente a acolher tatuados, roqueiros e surfistas convertidos, a Bola de Neve Church. Até o performático Alice Cooper, um dos pioneiros em levar o horror aos palcos, investiu recentemente parte de seu dinheiro na construção de um centro cristão de reabilitação de jovens na cidade de Phoenix, no Arizona. (...)”

A matéria conta que a fixação de Motolo pelo Iron Maiden começou ainda na infância, quando lia a revista Bizz. “A idolatria incluía até leituras ‘satânicas’, sempre à procura das referências citadas nas músicas do Maiden, do bruxo Aleister Crowley às obras do escritor de horror HP Lovecraft. ‘Eu entrava em cemitério de noite, via filme de terror, subia na caixa d’água da escola para ver o Sol nascer. Tudo o que era proibido agradava. Mas eram peraltices que não eram agressivas. Eu preferia entrar no cemitério ou subir em caixa d’água do que colocar uma arma na cintura e sair por aí matando. A gente não agredia ninguém. Se viesse a ter algum mal, seria contra nós mesmos’, justifica.”

Motolo diz que teve uma visão e foi convidado pela irmã, também evangélica, para dar seu testemunho na igreja. Ali Motolo diz ter se convertido. “Eu nunca tinha lido a Bíblia na minha vida. A partir daquele momento a Bíblia inteira apareceu na minha mente. Eu não leio a Bíblia, nunca li. Eu abro a Bíblia e Deus me revela o que aconteceu na vida de qualquer pessoa ali dentro.”

Nota: O que esperar de um “pastor” que não lê a Bíblia e acredita que se pode manter contato com Satã por pura diversão ao mesmo tempo em que se prega a Palavra de Deus? Pior é que há muita gente que dispensa o estudo da Bíblia (a suprema revelação de Deus) e dá mais crédito a visões e sonhos, por mais estranhos e antibíblicos que sejam. Sem o conhecimento da Palavra, fica fácil ser enganado por falsas doutrinas, crenças e “revelações”. Outra coisa: o rock nasceu nos tambores vodus, cujo ritmo fortemente percussivo era usado para facilitar o contato com os “espíritos”. Como se pode adicionar letra “gospel” num estilo musical profano e esperar que o resultado seja louvor a Deus?

“Ninguém pode servir a dois senhores: ou odiará a um e amará o outro, ou preferirá um e desprezará o outro” (Mateus 6:2). “Que comunhão há entre a luz e as trevas?” (2 Coríntios 6:14).

Homens e mulheres cometem pecados diferentes

Um estudo realizado na Itália e confirmado pelo Vaticano mostra que a soberba é o pecado mais comum entre as mulheres, enquanto a luxúria é o mais freqeente entre os homens. No lado masculino, a gula e a preguiça aparecem em seguida. Entre as mulheres, a inveja e a ira são também os pecados mais usuais. A pesquisa foi baseada em uma análise de confissões de fiéis da Igreja Católica, realizada pelo padre jesuíta e professor Roberto Busa, 96 anos. O resultado foi comentado pelo monsenhor Wojciech Giertych, teólogo pessoal do papa Bento XVI, no jornal do Vaticano L'Osservatore Romano. "Os homens e as mulheres pecam de maneira diferente", escreveu Giertych. "Quando olhamos os vícios do ponto-de-vista das dificuldades que eles criam, descobrimos que as experiências masculinas são bastante distintas das femininas." Segundo o teólogo, essas diferenças se explicam por causa de contextos sociais distintos. "Eles geram hábitos diferentes, mas a natureza humana permanece a mesma", escreveu. "A fraqueza humana pode purificar a fé se for admitida diante de Deus", afirmou Giertych.

Entretanto 30% dos católicos não consideram mais que a confissão a um padre é necessária - 10% deles acreditam ainda que o ato "atrapalha seu diálogo direto com Deus".

O sete pecados capitais - soberba, avareza, inveja, ira, luxúria, gula e preguiça - teriam sido apresentados no século VI pelo papa Gregório e revisados por São Tomás de Aquino no século XVII.

(Terra)

Nota: "Se confessarmos os nossos pecados, ELE é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9).

A festa da carne

Quem pensa que o Carnaval mais longo do mundo acontece em território baiano precisa conhecer a festa de Nova Orleans. Embora o Mardi Gras (ao pé da letra, Terça-feira Gorda) aconteça oficialmente apenas nos quatro dias que antecedem a Quarta-Feira de Cinzas, a festividade se estica por todo o ano na cidade norte-americana. De segunda a segunda, o French Quarter, o Quarteirão Francês de Nova Orleans, está sempre em festa, ao som do dixieland e de outras vertentes dançantes do jazz, nascido [ali]. Em 2009, será celebrado o maior Mardi Gras desde a tragédia do Katrina, furacão que há três anos e meio devastou áreas inteiras da cidade, embora tenha preservado o centro do agito.

A festa não foi interrompida, mas somente agora as cicatrizes parecem ter se fechado [e as consciências amortecidas] para uma celebração plena. O Mardi Gras começa em janeiro, mas pega fogo para valer nos quatro dias que antecedem a terça de Carnaval.

Em 2009, o Rei de Baco (o equivalente ao Rei Momo) será o ator Val Kilmer [é bom lembrar que Baco era o deus do vinho e da folia, na mitologia grega]. Ele fará parte de uma ou mais das quase 30 paradas que circulam pelo centro histórico, com alegorias gigantes e gente fantasiada, dançando sem parar. Além do ator de The Doors, outros famosos costumam ir à festa, disfarçados sob máscaras.

Os bares - sobretudo na Bourbon Street e na Royal Street - recebem bandas de jazz, blues e rock em qualquer dia da semana. Detalhe: esse é um dos únicos, se não o único, pedaço dos Estados Unidos onde é permitido andar na rua portando bebida alcoólica livremente. Daí o constante vaivém de pessoas pelos bares e casas noturnas. Os músicos também improvisam nas calçadas, mantendo o clima de Mardi Gras o ano todo. (...)

(Terra)

Nota: Está chegando a época mais devassa do ano, o Carnaval. E o Brasil é um dos campeões em irreverência e baixaria. Exemplo disso foi a "marchinha" vencedora no programa Fantástico de domingo passado, “Bendita baderna”, de Edu Krieger: “Um dia Deus estava entediado / Sentado no seu trono de cristal / Olhando a imensidão / Naquela solidão. Cansou da santa paz celestial. / E num momento de rara inspiração. Criou planetas, cometas e animais / Pra finalizar a criação. Fez o ser humano e nunca mais dormiu em paz. / Agora já era. O juízo final. Bendita baderna. Livrai-nos do mal / Relaxa, Pai nosso. Libera geral. Sem culpa ou remorso. Hoje é carnaval.”

Estudo do BID relaciona novelas a divórcios no Brasil

Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) sugere uma ligação entre as populares novelas da TV Globo e um aumento no número de divórcios no Brasil nas últimas décadas. Na pesquisa, foi feito um cruzamento de informações extraídas de censos nos anos 70, 80 e 90 e dados sobre a expansão do sinal da Globo – cujas novelas chegavam a 98% dos municípios do país na década de 90. Segundo os autores do estudo, Alberto Chong e Eliana La Ferrara, “a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram aumenta significativamente depois que o sinal da Globo se torna disponível” nas cidades do país. Além disso, a pesquisa descobriu que esse efeito é mais forte em municípios menores, onde o sinal é captado por uma parcela mais alta da população local.

Os resultados sugerem que essas áreas apresentaram um aumento de 0,1 a 0,2 ponto percentual na porcentagem de mulheres de 15 a 49 anos que são divorciadas ou separadas. "O aumento é pequeno, mas estatisticamente significativo", afirmou Chong.

Os pesquisadores vão além e dizem que o impacto é comparável ao de um aumento em seis vezes no nível de instrução de uma mulher. A porcentagem de mulheres divorciadas cresce com a escolaridade.

O enredo das novelas frequentemente inclui críticas a valores tradicionais e, desde os anos 60, uma porcentagem significativa das personagens femininas não reflete os papéis tradicionais de comportamento reservados às mulheres na sociedade.

Foram analisadas 115 novelas transmitidas pela Globo entre 1965 e 1999. Nelas, 62% das principais personagens femininas não tinham filhos e 26% eram infiéis a seus parceiros.

Nas últimas décadas, a taxa de divórcios aumentou muito no Brasil, apesar do estigma associado às separações. Isso, segundo os pesquisadores, torna o país um “caso interessante de estudo”.

Segundo dados divulgados pela ONU, os divórcios pularam de 3,3 para cada 100 casamentos em 1984 para 17,7 em 2002.

“A exposição a estilos de vida modernos mostrados na TV, a funções desempenhadas por mulheres emancipadas e a uma crítica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos aumentos nas frações de mulheres separadas e divorciadas nas áreas municipais brasileiras”, diz a pesquisa.

(BBC Brasil)

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O uso de jóias e a Bíblia

Aqueles que acreditam na Bíblia como norma de fé e prática, estão dispostos a compreender como seus ensinamentos sobre o uso de jóias afetam a vida cristã de cada um. Reconhecemos que as pessoas são muito sensíveis no que diz respeito a regras sobre o que usar ou não usar, mas a questão neste caso é definida pela autoridade da Bíblia em nossas vidas. Os adventistas se dizem sempre dispostos a submeterem-se à vontade de Deus expressa nas escrituras, e por esta razão nos sentimos à vontade para explorar as implicações dos ensinos bíblicos sobre jóias para nós hoje. Interessante que este assunto não é tão complexo como muitos acreditam, uma vez que entendemos o ponto de vista bíblico sobre o assunto. Então, vamos explorar algumas das implicações. [Leia mais]

www.portaladvento.com

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